terça-feira, 15 de março de 2011
Artesão Profissional: Caixa lança editais de patrocínio à cultura para 2...
Artesão Profissional: Caixa lança editais de patrocínio à cultura para 2...: "Caixa lança editais de patrocínio à cultura para 2011 Mais de R$ 33 milhões serão investidos em teatro, dança, artesanato, ocupação dos es..."
quinta-feira, 3 de março de 2011
No saguão de desembarque do Galeão - "UM POUCO DE LUZ" (mostra individual)
"A Espera de Dionísio" - 1º lugar no Castelo dos Vinhos - Jacarepaguá/ RJ

Helene Louise e eu (mãe Coruja)
DIONÍSIO, também chamado BACO, era o deus grego do vinho e
da vegetação, especialmente dos frutos das árvores.
Com o tempo. acabou por se tornar o deus do vinho e da boa
disposição para o povo grego.
Era benevolente e generoso para quem o adorava e honrava e
implacável, trazendo destruição e loucura a quem dele, e os
dos rituais orgíacos do seu culto, desdenhava.
Segundo a tradição, morria no Inverno e renascia na
Primavera, acompanhando o ciclo dos frutos.
Muitas das peças dramáticas gregas estão a este ciclo
associadas O festival mais importante onde decorriam
competições de drama era denominado o "Grande Dionísia" que
decorria em Atenas durante 5 dias todas as primaveras.
Foi para esta celebração que grandes dramaturgos gregos com
Sofócles e Eurípedes escreveram as suas mais importantes
tragédias.
No século V a.c., o deus Dionísio está associado a
celebrações primaveris com um carácter frenético e libertino
onde decorriam momentos orgíacos de intoxicação.
Eram denominados os mistérios de Dionísio.
Estes tornam-se comuns também para os romanos que os
denominavam Bacchanalia.
As celebrações atingiram níveis extremos de indulgência
tendo sido proibidos pelo Senado em 186 a.c.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Google põe acervo dos maiores museus do mundo na web
"O Nascimento de Vênus", de Botticelli, disponível na web
Está bem guardada na National Gallery de Londres a tela "Os Embaixadores" (1533), de Hans Holbein, o Jovem. Mas não é mais preciso tomar um avião à Inglaterra para vê-la em detalhes.
Desde a semana passada, um novo site (www.googleartproject.com) do Google disponibiliza imagens em altíssima resolução dessa e de outras obras dos principais museus do mundo.
O projeto, denominado Google Art Project, foi lançado com cerimônia na Tate, uma das 17 galerias participantes, e se assemelha ao Google Street View
O visitante pode navegar pelos corredores virtuais, "passear" pelas salas, aproximar as pinturas e saber mais sobre elas. A qualidade hiperreal das mais de mil reproduções impressiona, deixa identificar minúcias nas pinceladas, marcas da ação do tempo sobre a matéria.
Mas nem todas as salas estão lá, e muito menos, todas as obras. A parceria com as megainstituições se deu de tal modo que cada museu escolheu exatamente o que de seu acervo mostrar.
Entre as galerias participantes estão, até agora, quatro americanas (MoMA, Metropolitan, Frick Collection e Freer Gallery of Art), duas britânicas (National Gallery e Tate), uma tcheca (Kampa), as berlinenses Alte Nationalgalerie e Gemäldegalerie, as espanholas Reina Sofía e Thyssen-Bornemisza, a italiana Uffizi, o Palácio de Versalhes, duas holandesas (Rijksmuseum e Van Gogh) e duas russas (Museu Hermitage e Tretyakov).
CFSP
Assinar:
Postagens (Atom)














